Não é de hoje que a literatura brasileira nos presenteia com grandes nomes da fantasia, de todas as vertentes possíveis. Autores como Leonel Caldela (com a trilogia Tormenta e A Lenda de Ruff Ghanor), Ana Lucia Merege (O Castelo das Águias) e Eduardo Kasse (com a excelente coleção de ficção histórica, Tempos de Sangue) só mostram que o brasileiro sabe sim, falar de fantasia de um jeito diferente, inovador e com um toque muito bom de brasilidade.
Existem muitos outros, é claro. Cada um com direito de ter seu pedacinho ao sol, disputados a cada ano por uma quantidade significativa de autores. Muitos tornam-se sucedidos por um breve período e caem no esquecimento. Outros, no entanto, conseguem enxergar mais longe e traçar um caminho mais consolidado, para si e para sua obra. E é por isso que vamos falar de Golandar, o paladino.